O drama “Boy Erased: Uma Verdade Anulada”, que critica a “cura gay”, teve seu lançamento cancelado pela Universal Pictures no Brasil. Protagonizado por Nicole Kidman e Russell Crowe e Lucas Hedge, a obra estava agendado para chegar aos cinemas no último dia 31 de janeiro, algo que não ocorreu. O primeiro pensamento que surge ao ler essa notícia é que o longa foi censurado, principalmente devido as características do atual presidente, Jair Bolsonaro.

Por conta desse fato, o ator Kevin McHale, conhecido por Glee, usou as redes sociais para afirmar que o filme está sofrendo censura. O artista citou diretamente o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro. “Meus caros brasileiros, o filme Boy Erased foi banido no Brasil. Seu presidente está censurando conteúdo LGBT+. Banir um filme sobre os perigos da terapia de conversão é perigoso! Bolsonaro é uma ameaça às vidas LGBTQ+. Eu te amo, Brasil, e vou lutar com vocês”, afirmou o ator no Instagram. Na mesma rede social, o governante disse que não teve envolvimento com o cancelamento do longa.

Porém, até o escritor Garrard Conley, autor do livro que inspirou “Boy Erased”, seguiu a mesma linha, mesmo que não tenha citado o presidente brasileiro.“Boy Erased censurado no Brasil. Eu senti que isso iria acontecer e é muito triste que esse tipo de coisa esteja acontecendo em um país maravilhoso”, destacou o autor no Twitter. É estranho ver que duas pessoas que são de extrema na produção comentam a respeito desse assunto, trazendo uma certa “pulga atrás da orelha”.

Cena do filme “Boy Erased: Uma verdade anulada”

Por enquanto, a Universal, que distribuiria o filme no país, disse que a decisão foi estritamente comercial, já que nos EUA foi arrecado míseros US$ 6,7 milhões nas bilheterias, o que afetou o lançamento em outros países devido ao alto investimento em marketing versus retorno nas bilheterias. A estratégia do estúdio era aproveitar o burburinho da temporada de premiações, já que o longa era muito cotado. No Globo de Ouro, a obra emplacou duas indicações: melhor ator de drama, para Hedges, e melhor canção. Porém, não levou nenhum prêmio e ficou fora também do Oscar. Essa fórmula é muito utilizada atualmente, principalmente para analisar se foi de agrado ao público ou não.

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Mesmo que tenha sido esse o motivo, é impossível não notar que um filme com uma temática delicada tenha sido cotada para o Brasil, principalmente relacionado ao público LGBTQ+. O país pode até ter uma parte de indivíduos que não concorda, mas ainda várias pessoas esperam a chegado de um assunto que foi bastante discutido no ano passado. A história de um rapaz homossexual que é mandado para a chamada “cura gay” por seus pais pastores, era algo que podia contribuir para essa questão. Agora colocar isso num momento em que existem tensões devido ao presidente da república, é uma forma de induzir a censura.

Se tem algo que posso apresentar é que não fique preso a uma forma de informação, e sim, questione e se aprofunda. Pois nesse caso, algo pode estar muito inquieto.O próprio Garrard Conley foi as redes sociais dizer que “aparentemente houve grande dose de confusão”, no qual esse assunto que teria havido censura. Podemos até não saber se isso de fato aconteceu ou não, mas fechar o assunto é algo que não vai acontecer tão em breve.

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