Leia sobre novos livros da Companhia das Letras para Junho/2023

Mais um mês cheio de novidades e, por isso, trouxemos uma lista com os novos livros da Companhia das Letras para Junho/2023. Aliás, a maioria dos selos conta com obras inéditas e únicas. Tudo para você uma experiência literária única e marcante. Portanto, veja os novos livros da Companhia das Letras para Junho/2023:

Companhia das Letras:

Treze, de Angela Alonso (01/06) – A mais contundente avaliação dos sentidos políticos de um dos eventos mais discutidos e menos compreendidos de nossa experiência recente.

Meu Amós, de Nili Oz (22/06) – Um relato delicado e emocionante sobre as paixões e angústias de Amós Oz, o mais renomado escritor de língua hebraica do século XX, a partir do olhar sensível e apaixonado de sua esposa.

A morte de Jesus, de J. M. Coetzee (23/06) – Após anos buscando uma educação adequada para David, seus guardiões Simón e Inés seguem sem saber como direcionar a potência intelectual e espiritual do menino. Os primeiros dois volumes da trilogia do ganhador do Nobel, J.M. Coetzee, tinham se prestado a retratar um mundo ligeiramente distinto do nosso, em que a memória parece limitada, e a benevolência do Estado guiada por um racionalismo asséptico por vezes sinistro. Neste terceiro e último volume, este mundo, com sua lógica implacável, já não parece mais tão distante de nós.

Rádio Imaginação, de Seiko Ito (29/06) – Após um terremoto em Tohoku, Japão, desencadear um tsunami que fez quase vinte mil vítimas, algumas pessoas na região conseguem captar uma estranha transmissão radiofônica que conta ainda com a participação de diversos ouvintes. Seria a voz dos mortos, emitindo suas últimas palavras do além? Caso seja, que mensagem eles desejam comunicar?

Alfaguara:

A língua submersa, de Manoel Herzog (05/06) – Após um cataclisma ambiental, só uma região na América Latina sobreviveu ao avanço das águas: Bolivana-Zumbi. Sua classe média remanescente se reestruturou à base do comando evangélico, do jugo chinês e da obrigação de restaurar a natureza, mas segue com suas rixas e discriminações. O resultado é um livro épico, sobre a força da destruição humana.

A corneta, de Leonora Carrington (15/06) -A corneta é um clássico da literatura fantástica, um marco do surrealismo e um livro extraordinário. A influência da mitologia celta, de criaturas míticas e mágicas, da cultura pré-hispânica e do tarô tornam a obra de Carrington subversiva e ousada, além de referência para artistas como Björk e Ali Smith. Com posfácio de Olga Tokarczuk.

O céu implacável, de João Anzanello Carrascoza (06/07) – Um homem chega aos sessenta anos, confinado em casa e distante das pessoas que ama. Pai tardio, sente que não será capaz de acompanhar as conquistas dos filhos, e pela primeira vez encara a solidão na velhice. O resultado é um livro tocante sobre a experiência do viver. O autor é vencedor dos prêmios Jabuti, Fundação Biblioteca Nacional, APCA e Candango.

Confira novos livros da Companhia das Letras para Junho/2023

Objetiva:

Liderança, de Henry Kissinger (16/06) – Um dos nomes mais importantes da diplomacia norte-americana, atuando na política internacional desde os anos 1960, Henry Kissinger apresenta uma seleção fascinante de personalidades políticas do século XX que ele conheceu, ou com quem trabalhou, e que influenciaram não só seus países, mas a geopolítica mundial. Uma verdadeira aula sobre o poder da liderança.

A Segunda Guerra Mundial (Vol.1, 1939-1942), de Martin Gilbert (13/07) – Nesta obra que é referência sobre a Segunda Guerra Mundial, Martin Gilbert descreve o horror dos campos de batalha, as manobras políticas das principais lideranças mundiais e seus impactos na vida dos indivíduos.

Zahar:

Tempo, de Guido Tonelli (14/06) – O que é o tempo? É possível pará-lo? É possível matar Chronos? Autor do aclamado Gênesis, em que conta a história do surgimento do Universo, Guido Tonelli agora mergulha no tempo, essa incógnita que marca nossas vidas de modo implacável.

Diferentes, de Frans de Waal (28/06) – Pelas lentes de um dos mais renomados primatologistas da atualidade, uma nova perspectiva sobre as relações entre sexo e gênero. Com humor, clareza e empatia, este livro procura ampliar o debate, abraçando as diferenças em vez de negá-las.

O contrato racial, de Charles W. Mills (29/06) – “O sistema político mais importante da história global recente — o sistema de dominação através do qual os brancos historicamente governaram e, em certos aspectos importantes, continuam a governar pessoas não-brancas — não é visto de maneira alguma como um sistema político. Este livro é uma tentativa de redirecionar seu olhar, de fazer você ver o que, de certa forma, sempre esteve lá.”

Quadrinhos na Cia:

A caixa de areia, de Lourenço Mutarelli (12/06) – Clássico do quadrinho nacional, e última HQ publicada pelo autor, A caixa de areia combina ficção e tons autobiográficos numa reflexão singular sobre o tempo, as perdas e a memória.

Dragon Hoops, de Gene Luen Yang (23/06) – Vencedor dos prêmios Eisner e Harvey, e eleito livro do ano pelo New York Times em 2020, uma original e vibrante narrativa autobiográfica sobre espírito competitivo, superação, família, raça, religião — e um dos esportes mais populares do mundo. Do mesmo autor de O chinês americano, que inspirou a série do Disney+.

Clássicos Zahar:

Até o último fantasma: edição bolso de luxo, de Henry James (Org. José Paulo Paes) (02/06) – O ponto alto da vertente fantástica de Henry James.

Não perca os novos livros da Companhia das Letras para Junho/2023

Penguin-Companhia:

Na terra e no céu, de Francesco Petrarca (Org. Sérgio de Queiroz Duarte) (09/06) – A história do soneto é indissociável da figura lendária de seu difusor, Francesco Petrarca. Nesta cuidadosa seleção de Sérgio de Queiroz Duarte, o leitor contempla os versos apaixonados escritos para Laura, jovem que despertou o amor à primeira vista no poeta italiano.

Passeio ao farol, de Virginia Woolf (13/06) – Considerado o mais autobiográfico dos romances da lendária escritora inglesa Virginia Woolf, Passeio ao farol é, como comentou a própria autora em seus diários, uma tentativa de exorcizar a figura da mãe e, em especial, a de seu pai, por quem nutria sentimentos ambivalentes que são analisados em minúcias nesta obra-prima do alto modernismo europeu.

Paralela:

Um ex-amigo, de Mayra Cotta (20/06) – “Talvez ele ainda seja um amigo, é difícil saber.” Assim começa a saga de Alma, que receberá em sua casa um ex-várias coisas: ex-veterano da faculdade de ciências sociais, ex-companheiro de partido e de militância estudantil, ex-amante e ex-colega de trabalho.

Seguinte:

A queda do patriarcado, de Marta Breen e Jenny Jordahl (13/06) – Das autoras de Mulheres na luta, este quadrinho indispensável para leitores de todas as idades explica o que é o patriarcado — e como combatê-lo.

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Suma:

Para o Trono, de Hannah Whitten (20/06) – Na aguardada sequência de Para o Lobo, Hannah Whitten conclui sua duologia com uma história sombria e brilhante sobre amor, mágica e os segredos escritos nas estrelas.

Fontanar:

Autocuidado de verdade, de Pooja Lakshmin (05/06) – Neste livro essencial, Pooja Lakshmin explora as contradições da indústria do bem-estar e propõe um modelo revolucionário para praticar o verdadeiro autocuidado — que empodera, ampara e tem o potencial de mudar o mundo.

A jornada, de James Norbury (21/06) – Na sequência de O Grande Panda e o Pequeno Dragão, a dupla de amigos parte em uma jornada rumo a terras novas e distantes.

Portfolio Penguin:

A privatização certa, de Sergio G. Lazzarini (29/06) – As privatizações são eficientes? Empresas privadas são mais capazes de entregar um serviço de qualidade do que as estatais? Privatizações aumentam o custo? Somente serviços providos pelo Estado consideram a inclusão de populações mais vulneráveis? Na realidade, todas as formas de prestação têm seus méritos e suas falhas. Entender as condições adequadas para que cada uma funcione com eficácia é a chave.

Crises financeiras, de Roberto Teixeira da Costa e Fabio Pahim Jr. (20/07) – Crash da Bolsa de Nova York, 1929. Crash das bolsas brasileiras, 1971. A bolha imobiliária de 2008. A quebra das Lojas Americanas, 2023. Nenhuma dessas crises financeiras ocorreu por acaso. Neste livro, o primeiro presidente da CVM, Roberto Teixeira da Costa, e Fabio Pahim Jr. narram a história das grandes bolhas e traz lições valiosas sobre a dinâmica e evolução do mercado de capitais.

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