Lançamentos da Intrínseca em agosto/2026

Com coletânea de contos e romances de estreia, vamos ver todos os lançamentos da Intrínseca em agosto/2026. Aliás, temos desde o novo livro de Lynn Painter até segundo volume de Léa não é a culpada, livro-jogo fenômeno na França. Por isso, vamos ver todos os lançamentos da Intrínseca em agosto/2026:
Veja também-Intrínseca lança Uma confeitaria com sabor de esperança e Paixão, sorte e margaridas
13 histórias de amor: uma antologia inspirada nas músicas de Taylor Swift, de Lynn Painter, Jesse Q. Sutanto, Elise Bryant, J. Elle, Jennifer Dugan, Jessica Goodman, Julie Murphy, Katharine McGee, Krystal Marquis, Laura Sebastian, Sara Shepard, Crystal Maldonado, Sloan Harlow
Autora confirmada na Bienal do Livro de São Paulo, Lynn Painter participa de coletânea de contos — com mais doze autoras — inspirados em músicas de Taylor Swift. A cantora é conhecida por suas letras cheias de confissões e sentimentos, que fazem todos se identificarem e sentirem que compartilham suas experiências. Pensando nisso, as canções mais famosas de Taylor se tornaram histórias emocionantes sobre as delícias do primeiro amor, as dores de um coração partido e a importância da amizade.
Nada é por acaso, de Lynn Painter
Isabella Shay acabou de conseguir o emprego dos sonhos, mas logo no primeiro dia está atrasada e precisando muito de um café. Aflita, quando ouve o barista chamar “Amy” três vezes, sem resposta, Izzy faz o impensável: pega aquele pumpkin spice latte sem dono. Na pressa, ela esbarra em Blake Phillips e, ao derramar o recém-conquistado café na camisa e gravata dele, eles percebem que o encontro dos dois é muito mais especial do que parece.
A química é inegável até o momento da despedida, em que ele diz: “Então acho que nos vemos amanhã, Amy.” Izzy se convence de que pode resolver esse mal-entendido depois, só que, quando chega ao escritório e conhece o vice-presidente que lidera o seu departamento, percebe que se trata do gatinho da cafeteria. Ele pode até ter sido charmoso com “Amy”, mas é arrogante e mal-humorado com Izzy. Dia após dia, no entanto, a atração de antes continua a rolar entre os dois, e eles precisam arranjar uma maneira de trabalhar juntos sem arrancar a cabeça (ou as roupas) um do outro.
Léa não é a culpada (vol. 2), de Zoé Ash
No segundo volume da série Léa não é a culpada, fenômeno na França, o leitor é instigado a mergulhar em um novo caso surpreendente ― uma investigação de verdade, sem reviravoltas roteirizadas, nem pistas falsas. Na cidade de Lyon, a famosa cantora de ópera Hélène Vasseur é encontrada morta em seu camarim, vestida como Maria Antonieta. A porta estava trancada e, em cima de sua penteadeira, havia uma lista com treze pistas e milhares de nomes.
Para encontrar o verdadeiro culpado dessa experiência literária inovadora, o leitor precisa ter uma lógica afiada para eliminar, um a um, os 40.000 suspeitos até chegar ao único nome que soluciona o mistério.
A todo vapor, de Dan Wang
A obra é uma fascinante investigação em primeira mão do crescimento vertiginoso da China, dos custos humanos envolvidos e de como tudo isso impacta os Estados Unidos. O pesquisador Dan Wang, que morou na China por anos, combina análises políticas, econômicas e sociológicas para construir um novo e ousado panorama com o intuito de compreender os sucessos e as fragilidades da superpotência asiática.
Ele revela que, enquanto a incansável China é o Estado da engenharia, que desenvolve megaprojetos em diversas áreas, os Estados Unidos estão estagnados e se transformaram em uma sociedade legalista que recusa por instinto qualquer mudança. Com análises perspicazes e uma narrativa envolvente, Wang oferece o retrato de uma nação complexa que, apesar da constante transformação, conseguiu preservar o senso de otimismo.
Amanhã eu morri sozinho, de Lucas Barros
Neste romance de estreia, Caetano descobriu a morte e a solidão no dia em que entendeu que foi abandonado pelo pai. Aos sete anos, depois de ouvir de um colega na escola que “criança sem pai é filho do diabo”, o garoto passou a ser perseguido por uma obsessão: pensar na morte o tempo inteiro. Sua teoria era simples: a morte gosta de surpreender, então, se estiver à espera, não será pego por ela.
A partir desta premissa, Lucas narra a trajetória de um garoto no interior de Pernambuco, desde sua infância até seus os primeiros anos da vida adulta, que aprende cedo demais as várias formas do luto — o abandono que não deixa o corpo, a violência que vira rotina, a morte que chega sem aviso. Ao abordar temas como homofobia e gordofobia, Amanhã eu morri sozinho é um livro sobre crescer carregando o peso das ausências e descobrir, ainda assim, razões para continuar.
Liberte sua mente, de Nir Eyal
Neste guia inspirador, Nir Eyal explica como a mente funciona e a importância de reprogramá-la ao escolher em que acreditar. Baseada nos mais recentes estudos da neurociência e da psicologia, a obra apresenta um método prático e objetivo para os leitores se desvencilharem de crenças limitantes e as substituírem por aquelas que são libertadoras.
O autor argumenta que aquilo em que acreditamos não são verdades absolutas, e sim ferramentas, e é a partir desse entendimento que conseguimos avaliar quais crenças vão nos ajudar a alcançar determinados objetivos. Afinal, as crenças certas podem aumentar a motivação, aprimorar habilidades e expandir a percepção do que é possível realizar.
Abrindo o jogo, de Edward Schmit
Assumido desde a adolescência, Austin Hardy nunca precisou esconder sua sexualidade. Mas, agora que conseguiu sua primeira grande oportunidade como tenista profissional, sua presença no campeonato o torna o primeiro homem abertamente queer a participar de um Grand Slam, e, de repente, sua orientação sexual vira um assunto de destaque.
Entre comentários maldosos on-line e manchetes nos jornais, a fama acaba cobrando seu preço: por conta de uma crise de ansiedade, o jovem atleta sofre uma queda durante um treino, bem ao lado do rival Diego Cruz, um homem lindo, talentoso e (aparentemente) hétero. A partir do incidente, os dois iniciam uma relação confusa, com possíveis flertes, sinais ambíguos e a ameaça de um confronto decisivo no torneio. Agora, Austin precisa entender se, além do título, ele finalmente terá a chance de conquistar um grande amor.
Nos telhados de Paris, de Katherine Rundell
Todos pensam que Sophie é órfã… exceto a própria Sophie. Mesmo após ser resgatada ainda bebê e declarada a única sobrevivente de um naufrágio, a menina tem certeza de que a mãe está viva. No entanto, quando a Agência Nacional de Proteção à Criança ameaça tirá-la da tutela de seu querido guardião, Charles, os dois decidem embarcar para Paris e investigar por conta própria o paradeiro da mãe da menina.
Em meio às buscas, Sophie conhece Matteo e seu grupo, jovens que ganham a vida se esgueirando pelos telhados da cidade. Eles serão capazes de encontrar a mulher antes que o tempo acabe? E, ainda mais importante, antes que Sophie perca a esperança?
Pessoas boas, de Patmeena Sabit
A família Sharaf é o retrato do sucesso: prósperos, ricos e felizes. Após chegarem aos Estados Unidos como refugiados apenas com as roupas do corpo, agora vivem como a elite do país. Mas, quando uma tragédia inimaginável acontece, todos ficam atordoados e se veem rendidos à opinião pública e aos boatos de que, no fundo, aquele lar perfeito estava longe de ser o que parecia.
Contado a partir de fragmentos de relatos e fofocas, que expõem as rachaduras de uma comunidade imigrante, essa é uma história cativante e provocadora. No clássico estilo true crime americano, envolvendo irmãos, pais e membros das comunidades, a obra retrata a polifonia dos Estados Unidos nos dias de hoje.
Como as crianças aprendem, de Paul Tough
Por que algumas crianças se tornam adultos bem-sucedidos e outras não? Essa pergunta intriga pais e pedagogos do mundo inteiro. A resposta mais comum é que o potencial de sucesso de uma criança é influenciado por quão inteligente ela é.
Nas últimas décadas, porém, pesquisadores constataram que notas altas e testes de QI não são os melhores indicadores de uma educação de qualidade, muito menos garantias de sucesso na vida adulta. Tough traz, então, uma nova perspectiva para o debate, com uma visão inovadora, provocativa e esperançosa, ao reunir relatos de pesquisadores, educadores e alunos, além de resultados de estudos científicos que revelam que o caráter tem o poder de transformar a vida dos jovens.




