Não perca porque Bienal do Livro 2023 foi um evento marcado por vários recordes históricos

Em 10 dias, podemos confirmar que a edição de 40 anos da Bienal do Livro 2023 foi um evento marcado por vários recordes históricos. Afinal, foram ruas movimentadas, euforia ao encontrar os autores preferidos, sacolas cheias de livros e um clima de animação diferente nos painéis. Por isso, vamos falar, de maneira resumida, como foram os recordes históricos da Bienal do Livro 2023:

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Edição marcante de 40 anos:

Nesta edição, em que até o Cristo Redentor “vestiu” a camisa do evento, houve recorde de público e de vendas: mais de 600 mil visitantes estiveram no Riocentro, levando para casa cerca de 5,5 milhões de livros, uma média de nove por pessoa. Com mais de 497 editoras, selos e distribuidoras e uma diversidade de títulos, o tíquete médio de gastos com livros chegou a aproximadamente R$ 200.

Considerada Patrimônio Cultural, a festa de 40 anos foi potente, emblemática, divertida e inesquecível. Ainda mais com mais de 200 horas de uma programação rica, diversa, plural, com intensa participação do público em experiências únicas. Junto a uma área ocupada de 90 mil metros quadrados, a Bienal 2023 recebeu mais de 380 autores em sua programação oficial. Mas, para além da alegria do público, as editoras comemoram resultados acima do esperado e muito maior que em todos os outros eventos literários do país.

Recordes dos recordes nas editoras:

Veja Bienal do Livro 2023 foi um evento marcado por vários recordes históricos
A editora Globo Livros teve recorde de vendas na Bienal do Livro 2023

Muitas editoras também bateram o “recorde dos recordes”, dentre todos os eventos literários do país, o que confirma a relevância da Bienal para o calendário cultural dos brasileiros.  A editora Sextante, por exemplo, celebrou o crescimento de 140% nas vendas nesta edição, se comparada à Bienal de 2021, alcançando mais de 60 mil livros vendidos durante os dez dias de evento. Já a Globo Livros teve a sua “melhor Bienal de todas”, com aumento de 60% no faturamento.

O Grupo Editorial Record registrou um crescimento de 50% no faturamento e 130%, em comparação à Bienal de 2021, com 995 títulos comercializados, sem contar com as vendas do domingo, último dia do festival. A Rocco, por sua vez, não esteve presente na edição de 2021, mas já bateu a edição de 2019 com vendas 135% maior. Para a HarperCollins Brasil, esta edição “foi histórica”, com mais de 40 mil livros vendidos, o que representa um aumento de 190% em relação à Bienal de São Paulo e, em faturamento, um crescimento de mais de 250%.

Novidades da edição 2023:

Presente na memória afetiva de milhares de pessoas, a Bienal apostou em um jovem trio curador, com os escritores Clara Alves, Mateus Baldi e Stephanie Borges, o desafio de desenhar um conteúdo que percorresse as trilhas do conhecimento por assuntos variados. Incluindo que foram promovendo encontros com escuta ativa de todos os públicos. A roteirista Bianca Ramoneda assinou a direção artística do festival e a jornalista Ana Paula Costa, a produção executiva.

De fato, as crianças que visitaram a Bienal encontraram um universo lúdico chamado “Uma Grande Aventura Leitora”, em um espaço de 600 metros quadrados. A experiência imersiva infantil trouxe a magia das histórias que extrapolam os livros e ganham as emoções das crianças. No espaço, os pequenos foram recebidos pelo Chapeleiro Maluco, de Alice no País das Maravilhas. Inclusive, foram comemorados os 60 anos da personagem Mônica, da obra de Maurício de Sousa.

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Autores que marcaram presença:

Pela Bienal também passaram nomes como Mauricio de Sousa, Ana Maria Gonçalves, Thalita Rebouças, Laurentino Gomes, Ana Maria Machado, Carla Madeira, Bia Bedran, Eliana Alves Cruz, Valter Hugo Mãe, Lázaro Ramos, K.L. Walters, Pequena Lô, Paula Pimenta, Paola Aleksandra, Enaldinho, Luluca e Elayne Baeta.

Aliás, esses últimos, verdadeiros popstars, levando fãs à gritaria. Público geek também se esbaldou com a programação e o novo espaço Artists Alley, com quadrinistas independentes de todo o Brasil.

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Baile de Máscaras e Páginas na Tela:

Entre as novidades, o evento trouxe o ‘Baile de Máscaras da Julia Quinn’, promovendo uma festa de época como acontece nos episódios de Os Bridgertons, sucesso de livro que virou série. Também houve o desfile de fantasias das autoras estrangeiras Holly Black e Cassandra Clare, promovendo uma nova experiência para os fãs. Os visitantes também tiveram a oportunidade de experimentar um momento de meditação zen budista guiados pela Monja Coen.

Sem contar que foi lançado o ‘Páginas na Tela’, com curadoria da cineasta e escritora Rosane Svartman, e ‘Páginas no Palco’, os formatos convergem essas narrativas que se cruzam entre livro, audiovisual e teatro. Junto com nomes como Guel Arraes, Raphael Montes, Klara Castanho, Vera Holtz, Claudia Abreu.

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