Abrindo o jogo: Intrínseca lança novo sport romance

Lançado pela Intrínseca, Abrindo o jogo, de Edward Schmit, é um sport romance eletrizante aposta em relacionamento entre jogadores de tênis para falar da importância da saúde mental em esportes de alto rendimento. Além disso, segue esteira de produções culturais, como o filme Rivais, que exploram relacionamentos homoafetivos em ambientes esportivos historicamente heteronormativos. Por isso, vamos falar mais de Abrindo o jogo:
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Qual é a história?
Para Austin Hardy, sua sexualidade nunca foi uma questão. Assumido desde a adolescência, o jovem sempre a entendeu como parte de quem é, assim como sua família, que o apoia incondicionalmente. Portanto, quando sua carreira desponta, um incômodo começa a se fazer presente: ser um homem gay no esporte profissional o faz ganhar as manchetes. Com isso, algo começa a mudar e Austin se torna o rosto da representatividade no tênis, o que faz pipocar comentários maldosos e preconceituosos em suas redes sociais.
Enquanto se prepara para atuar no US Open, um dos maiores campeonatos do mundo, Austin sofre uma crise de ansiedade durante um treino e desmaia. Quando menos espera, o jovem atleta está sendo socorrido por Diego Cruz, o segundo melhor tenista do ranking e, claro, incrivelmente bonito. Sem saber como agir, uma amizade inesperada floresce e os dois se ajudam a seguir na competição. Entre encontros inesperados, conversas profundas e uma dose generosa de flertes descompromissados, um sentimento maior surge logo às vésperas de um duelo decisivo entre os dois. Mas será que a relação entre eles pode se tornar um problema e atrapalhar Austin a avançar na competição?
Em meio ao turbilhão de acontecimentos, Austin percebe como sua saúde mental interfere no rendimento do seu jogo e, por isso, busca conversar com uma profissional. De início contrariado, aos poucos ele se abre para realmente entender o que está acontecendo dentro de si.
Quem é o autor?
Edward Schmit mora em Nova York e sempre explorou novas formas de contar histórias, fosse em seus tempos de teatro ou mais tarde, como designer gráfico e diretor criativo. Grande ativista pela saúde mental, trabalha no terceiro setor há mais de sete anos. Abrindo o jogo é seu romance de estreia e reúne três das coisas que mais ama: histórias de amor LGBTQIAPN+, conscientização sobre saúde mental e o esporte mais lindo do mundo, tênis.
O que esperar do livro Abrindo o jogo?
Com um olhar sensível, Abrindo o jogo é uma obra acolhedora, que defende a necessidade de cuidar da mente para se abrir de vez ao amor e para buscar seus maiores objetivos. Aliás, o leitor pode esperar uma narrativa que mistura reflexão, vulnerabilidade e uma análise sincera sobre os bastidores das relações humanas, escolhas e experiências de vida. A obra convida a olhar para temas como amadurecimento, conflitos internos e a busca por respostas em meio às incertezas, trazendo uma abordagem sensível sobre sentimentos e decisões que fazem parte da trajetória de qualquer pessoa. Com uma escrita envolvente e reflexiva, o livro propõe uma leitura mais íntima, capaz de provocar questionamentos e estimular novas formas de enxergar a própria história.
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