A loja de feitiços: Intrínseca traz obra cozy fantasy sobre recomeços

Sendo um dos lançamentos de Março da Intrínseca, A loja de feitiços, de Sarah Beth Durst, traz uma fantasias aconchegante e o estilo cottagecore. Aliás, a obra fala sobre recomeços e as delícias do primeiro amor. Por isso, vamos falar sobre A loja de feitiços:
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Qual é a história?
Kiela sempre teve dificuldade em lidar com pessoas. Felizmente, como bibliotecária da Grande Biblioteca de Alyssium, ela e seu assistente, Caz — um clorófito falante —, passaram os últimos anos isolados entre os livros de feitiços mais preciosos do império, preservando-os para os membros da elite da cidade — os únicos autorizados por lei a utilizar magia.
Quando uma revolução começa e a biblioteca é incendiada, Kiela e Caz fogem com todos os livros que conseguem carregar e se dirigem a um lugar que ela pensou que nunca veria novamente: Caltrey, a ilha onde cresceu.
Ao chegar lá, Kiela conhece um vizinho intrometido — e muito bonito — que estranhamente aparece dia após dia para garantir que ela esteja alimentada e ajudar a consertar sua nova casa.
Agora que precisa reconstruir a vida do zero, Kiela decide vender algo que nem mesmo a padaria da cidade tem: geleia. Com a ajuda de um velho livro de receitas que herdou dos pais e um pouco de magia ilegal, o jardim de sua casa logo fica repleto de frutas deliciosas.
Mas a magia pode fazer mais do que adoçar um pouco a vida, então, para ajudar os habitantes de Caltrey, Kiela se arrisca ao ir contra as regras do império e decide abrir a primeira loja de geleias — e feitiços secretos — da ilha.
Quem é a autora?
Sarah Beth Durst é autora de mais de vinte e cinco livros de fantasia para adultos, adolescentes e crianças, incluindo a série Queens of Renthia, Drink Slay Love e Spark. Ela ganhou o prêmio Alex da American Library Association, o Mythopoeic Fantasy Award e foi finalista do Andre Norton Nebula Award três vezes. Atualmente, mora em Stony Brook, Nova York, com o marido, os filhos e seu gato mal-educado.
O que esperar de A loja de feitiços?
De fato, A loja de feitiços explora o apelo sensorial e a temática da esperança, duas características que julga fundamentais em cozy fantasies. Ao mesmo tempo, a história reflete sobre as relações entre acesso ao conhecimento e controle de poder, propondo um debate sobre o papel e a figura de uma boa governança. Inclusive, promete mergulhar os leitores em uma fantasia envolvente e acessível, repleta de magia, personagens cativantes e conflitos morais que combinam aventura com emoção.




