motivos para assistir "Lobisomem na Noite" no Disney +

Da Mavel Comics, veja os motivos para assistir "Lobisomem na Noite" no Disney +

Sendo mais um formato de explorar o gênero do Terror na Marvel, veja 5 motivos para assistir “Lobisomem na Noite” no Disney +. Aliás, essa é a a estreia da MCU no média metragem e uma tentativa diferente de apresentar personagens mais desconhecidos do grande público. E como estamos no mês do Halloween, tudo fica mais marcante. Diante disso, vamos 5 motivos para assistir “Lobisomem na Noite” no Disney +:

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Enredo:

Em uma noite escura e sombria, uma cabala secreta de caçadores de monstros emerge das sombras e se reúne no Templo Bloodstone, após a morte de seu líder. Em um macabro memorial à vida do líder, os participantes são empurrados para uma misteriosa e mortal competição por uma relíquia poderosa — uma caçada que os colocará cara a cara com uma criatura perigosa

Motivos para assistir:

Não perca motivos para assistir "Lobisomem na Noite" no Disney +
Gael García Bernal é Jack Russell em “Lobisomem na Noite”

1.Dos quadrinhos para o Disney +:

Criado em 1972, o Lobisomem surgiu na revista Marvel Spotlight #2, através da ideia do famoso quadrinista Roy Thomas. A concepção desse resgate das grandes figuras lendárias do terror foi apenas possível devido ao enfraquecimento das regras do Comics Code Authority, órgão que fiscalizava e censurava os quadrinhos americanos. O interesse da Marvel era procurar um lado diferente, buscando criar histórias de terror usando figuras conhecidíssimas do imaginário popular. A ideia deu certo e o quadrinho solo do personagem foi um sucesso, durando 43 edições. Agora, Jack Russel estreia pela primeira vez no MCU com “Lobisomem na Noite”. E acompanhado também da primeira direção do compositor Michael Giacchino e o novo formato de média metragem.

2.Inspiração em filmes antigos de terror:

O que a produção faz é canalizar os filmes clássicos de monstros da Universal Pictures e, como uma estilizadíssima fotografia quase que completamente em preto-e-branco. Incluindo que conta uma divertida história que não é bem de horror, mas também não é bem uma comédia, que espertamente emula obras de baixo orçamento justamente para gastar pouco dinheiro mesmo. Seja com transformações feitas apenas com o uso de sombras, ou pelo uso de maquiagem e próteses práticas para dar vida ao personagem do título. Ainda que o CGI também esteja presente, especialmente em Ted, a tal criatura que é caçada.

Não perca os motivos para assistir "Lobisomem na Noite" no Disney +
“Lobisomem na Noite” é inspirado em filmes antigos de terror

3.Elenco sensacional:

Diante de um elenco totalmente simpático, Gael García Bernal como Jack está totalmente a vontade, traz muita compaixão ao personagem, contrastando com sua forma monstruosa ao se transformar. Laura Donnelly interpreta Elsa Bloodstone, outra figura conhecida desse lado da Marvel. A personagem mostra muita ironia, mas também importância para o avanço da história. O resto dos atores fazem bem seu papel, mas por conta da limitação de tempo, alguns beiram as poucas falas e ações.

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4.De compositor a diretor:

Michael Giacchino, mais conhecido como compositor , compõe a trilha sonora do especial. Pois dirige a obra em sua estreia nesse formato e mostra que tem prestado atenção nos filmes para os quais cria a tessitura musical. No caso, sua direção é simples, sem invencionices. Porém, eficiente na criação de atmosfera e na forma como lida com a ação, de forma a transportar para a telinha.

5.Novo Formato:

Sob um experimento interessante, um formato que não havia sido testado. Mas que, se usado parcimoniosamente, pode acabar sendo uma boa maneira de se investir menos em projetos mais ousados para medir aceitação. Algo que pode abrir espaço para personagens do tipo que vemos aqui e que dificilmente gozariam de investimentos vultosos sem alguma prova de que eles podem realmente funcionar. Mesmo apenas dentro do conceito de monstros da Marvel Comics, há muito o que ser desencavado ainda, mas “apresentações especiais” como esta, mesmo com todas as limitações de um piloto de série, têm potencial para muito mais considerando a inesgotável fonte que é o baú de muitas décadas da editora.

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