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A Pequena Livraria dos Corações Solitários é uma ótima pedida para quem ama um clichê e tem muita paciência para casal que se odeia e se ama ao mesmo tempo. Vamos conhecer mais dessa história que logo de cara conquista pela capa fofa?

 

Posy Morland passou a vida perdida entre as páginas de seus romances favoritos. Assim, quando Lavinia, a excêntrica dona da Bookends, morre e deixa a loja para Posy, ela se vê obrigada a colocar os livros de lado e encarar o mundo real. Porque Posy não herdou apenas um negócio quase falido, mas também a atenção indesejada do neto de Lavinia, Sebastian, conhecido como o homem mais grosseiro de Londres. Posy tem um plano astucioso e seis meses para transformar a Bookends na livraria dos seus sonhos. Isso se Sebastian deixá-la em paz para trabalhar.

O início é muito bem construído e contextualizado, onde somos apresentados a história da livraria, o que nos deixa muito mais próximos da narrativa. Depois nos deparamos com a morte da proprietária, e aí sim a história começa com a apresentação dos protagonistas desse primeiro livro.

“Tecnicamente, Posy estava vestida: de calça de pijama estampada com pudins de Natal, uma velha camiseta do Minecraft de Sam e um cardã puído.”

À primeira vista, Posy é uma personagem bem escrita, isso não podemos negar, mas totalmente fora da realidade. Vive no mundo dos romances, que não sabe nem arrumar a casa direito, além de ser insegura com tudo que irá realizar. Seu irmão mais novo chama mais atenção pela sua responsabilidade do que ela. Por outro lado, no fundo entendemos o comportamento de Posy.


Ao contrário de Posy é Sebastian, o neto de Lavinia, mas assim como ela, Sebastian é cabeça dura e mimado, afinal, ele é rico e não conhece outra vida. Entretanto, o jovem tem um conhecimento do mundo dos negócios bem amplo e quer ajudar Posy.

 

Pode parecer estranho, mas nesse livro eu simpatizei-me muito pela figura do Sebastian. Ele é seguro de si e mesmo com as porradas desnecessárias que recebe de Posy e não desiste. Por sua vez, Posy, é cabeça dura e se faz de cega para a realidade, fora toda a coisa de achar que está vivendo em um livro de romance.


O livro é leve e tem uma narrativa bem tranquila e fácil. Porém, quando chegamos na metade, parece que nada de novo irá surgir. Na verdade, as situações que vão surgindo são forçadas, e de cara você já sabe que não irá dar certo. Isso acaba deixando a história chata e cansativa. 
Existe também a tentativa de um suspense ou de uma ação para dar aquela agitada no enredo. Mas isso funciona muito mais para justificar algo que já imaginávamos que iria acontecer do que para deixar um clímax na história de amor entre Posy e Sebastian.

 

“Se não pode ter prazer de ler um livro repetidas vezes, não há por que lê-li vez alguma.” – Oscar Wilde

No geral é um livro para quem curte um romance clichê e ama se irrita com as mocinhas das história e tem um penhasco pelos Badboys. Não foi um dos melhores livros que li, porém também não foi um dos piores. Amei ler algo em que o cenário principal fosse uma livraria. Algumas das vezes eu amei o cuidado que Posy tinha com o lugar, até um pouco de inveja dela. De qualquer forma, para quem ama o universo literário é encantador ler essa narrativa, nos dá a sessão boa e de querer sair correndo abrir uma livraria.

A história de Posy é a primeira da série A Livraria dos Corações Solitários, que vai retratar cada um dos funcionários da livraria, um “alegre bando de desajustados”, que por uma razão ou outra desistiram do amor e, ainda assim, o encontram quando menos esperam.

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