Confira livros citados em " A Menina que roubava Livros"

livros citados em " A Menina que roubava Livros"

Você já se perguntou quais são livros citados em ” A Menina que roubava Livros”? Se não, venha conosco que vamos falar a respeito. Pois uma obra que fala da importância da literatura também tem suas homenagens. Porém, dentro das palavras de  Markus Zusac, os livros mencionados são de maioria fictícia. Por isso, quando houve a adaptação cinematográfica, fizeram uma leve mudança nos títulos. Portanto, vamos apresentar livros citados em ” A Menina que roubava Livros”:

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Sinopse da obra:

A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida. Contudo, surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina. Ainda mais, rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Por outro lado, temos os traços de uma sobrevivente. Pois, um casal se dispõe a adotar ela e seu irmão. No entanto, o garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. Dessa maneira, a menina que não sabia ler cria um vínculo com a família através de uma obra roubada.

Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Por outro lado, é alfabetizada sob vistas grossas da madrasta e Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade.

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Livros citados no filme:

Confira livros citados em " A Menina que roubava Livros"

O homem invisível, de G.H. Wells

Através de sua leitura (roubada), vemos um novo passo na trajetória da protagonista com o clássico trabalho de Wells. Desse modo, vamos falar mais a respeito. Os habitantes da pacata Iping têm toda razão de não conseguirem falar sobre outra coisa. O desconhecido que se hospedou na pensão local está sempre coberto da cabeça aos pés. Com o rosto inteiramente envolto em bandagens. Além disso, chegou trazendo um verdadeiro laboratório portátil e um rastro de mistério, que aumenta ainda mais quando crimes começam a acontecer. E quando se descobre que o homem é… invisível!

Mein Kampf, de Adolf Hitler

Quando falamos da Segunda Guerra Mundial, é impossível de não mencionar essa obra. Afinal, ela era considerada a “bíblia dos nazistas”. Através de dois volumes de autoria de Adolf Hitler, ele expressou suas ideias antissemitas, anticomunistas, antimarxistas, racialistas e nacionalistas de extrema-direita. Sendo que havia sido adotadas pelo Partido Nazista. O primeiro parte foi escrito na prisão e editado em 1925, o segundo foi em 1926. Dentro de “A menina que roubava livros”, quem não tinha o livro em mãos ou em casa, já era considerado suspeito. Tanto que um dos personagens o utiliza como ” ferramenta” para sobreviver em tempos sombrios.

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