Diga-me Baixinho: Triângulo amoroso chega ao Prime Video

O Prime Video divulgou hoje o teaser oficial de Diga-me Baixinho, o novo filme espanhol baseado nos livros da autora best-seller, Mercedes Ron. Após o enorme sucesso da trilogia Culpables, o novo filme é baseado no primeiro livro da saga Diga-me. A produção chega à plataforma de streaming em dezembro de 2025. Por isso, Diga-me Baixinho:
Veja também- Jogos de Sedução: Vale a pena assistir?
Qual é a história?
Em Diga-me Baixinho, Kamila Hamilton tinha tudo sob controle… ou assim ela pensava: não estava em seus planos que os irmãos Di Bianco voltassem e virassem seu mundo de cabeça para baixo novamente. Há sete anos, seu primeiro beijo com Thiago e a proteção incondicional de Taylor marcaram sua vida para sempre. Agora, o retorno deles ameaça abalar a fachada cuidadosamente construída por Kami. Ela não é mais a garota inocente que eles conheceram: desde que eles partiram, parece que ninguém pode realmente ter acesso a ela. Ninguém, exceto eles. Será que Kami conseguirá resistir à simples presença de Thiago? O que acontecerá quando Taylor começar a olhar para ela de forma diferente? Será que tudo vai explodir em mil pedaços mais uma vez?
Quem está no elenco?
O elenco é composto por Alicia Falcó (In the Company of Women), Fernando Lindez (Élite) e Diego Vidales (Nudes) como Kami, Thiago, e Taylor, respectivamente. Além disso, Celia Freijeiro (Rainha Vermelha) como Chiara, Patricia Vico (Operação Maré Negra) como Anne, Andrés Velencoso (Return to Las Sabinas) como Tino, Eve Ryan (Minha Culpa) como Cata e Fernando Nagore como Jules. Diga-me Baixinho é produzido pela Vaca Films (Fatum, Sky High), com Borja Pena (Cell 211, The Courier) e Emma Lustres (Retribution, Infiesto) como produtores, Denis Rovira (Punto Nemo) como diretor e Jaime Vaca (Élite) como roteirista.
Vale a pena assistir Diga-me Baixinho?
A narrativa acompanha Kamila, cuja vida meticulosamente organizada desmorona com o retorno dos irmãos Di Bianco, figuras do seu passado que despertam paixões, lembranças e conflitos não resolvidos. A trama tem potencial ao abordar temas como culpa, desejo e amadurecimento, mas a execução falha em transpor isso com intensidade emocional. Um dos pontos que podemos comentar é a falta de química consistente entre os protagonistas. Cenas voltadas ao romance e à tensão emocional frequentemente soam artificiais ou pouco envolventes, o que compromete o impacto do drama central.
O roteiro e os diálogos também não são dos melhores, já que tem estruturas narrativas previsíveis e diálogos pouco naturalistas contribuem para personagens que parecem muitas vezes planos e superficiais, dificultando a empatia do espectador.
Tecnicamente, o filme alterna momentos esteticamente agradáveis, especialmente no uso de flashbacks e na ambientação, com sequências que não desenvolvem plenamente seus conflitos, dando uma sensação de ritmo irregular. No geral, Diga-me Baixinho cumpre o que promete dentro do seu nicho: um romance YA leve e acessível, que talvez agrade fãs da autora ou do gênero. Para um público mais crítico ou que busca maior profundidade emocional e originalidade narrativa, o filme pode parecer previsível e pouco marcante.




