No dia 3 de setembro de 2017, tive o privilégio de estar presente, mais uma vez, no maior evento literário do Brasil: A XVIII Bienal internacional do livro. Mas o que houve de diferente dessa edição?

O primeiro ponto de destaque é o uso da tecnologia junto com a literatura. Equipamentos de realidade virtual, vídeo games, vídeos no YouTube foram utilizados para atrair o público, apresentando o mundo fantasioso que a literatura criou. Isso despertou a curiosidade sobre o mundo fantástico e trouxe mais diversão para família e amigos. Incluindo um pequeno cinema que mostrava a vontade de ler das pessoas, através de frases como “Eu leio porque estou viva e para permanecer viva”.

O segundo ponto, no qual foi uma novidade, é a inclusão dos Youtubers e influenciadores digitais como novos escritores. Atualmente a internet é o principal meio de comunicação e tem conquistado espaço no coração do público infantil e juvenil, com destaque para a plataforma Youtube. Os produtores de conteúdo contam suas histórias e bastidores de seus trabalhos, demonstrando uma certa aproximação com os fãs e criando uma nova era da literatura, a junção da internet com os livros.

O terceiro ponto é a comemoração de obras literárias. Alguns expositores valorizaram grandes obras famosas e que público nunca deve esquecer, como Editora Rocco que celebrou Harry Potter, a Editora HapperCollins com o clássico de Agatha Christie “O assassinato no expresso do oriente” e a Editora Panini com a Turma mais famosa do Brasil, “Turma da Mônica”.

O que se pode concluir com essa Bienal?

O quarto ponto é o tema dessa edição: o resgate da literatura. Viemos na era da velocidade, ou seja, quanto mais rápido, melhor. Cheio de novidades e informações, cada dia e cada hora. Isso tem levado às pessoas a se esquecerem de como ler pode ser importante para o desenvolvimento do indivíduo, tanto físico quanto psicológico, especialmente nas crianças, que preferem consumir a tecnologia. Alguns expositores abriram espaço para a dedicação desse tema, como a HapperCollins com o lançamento do livro “#PorQueEuLeio…? “.

A literatura ainda é uma arte que encanta a população e que pode ajudar milhões. É uma forma de se obter autoconhecimento e autocrítica. Alguns acreditam que a internet acabará com os livros e fechará livrarias, mas é através deles que sabemos nossa história e nossos fundamentos, tudo o que fomos e construímos. Como René Descartes disse: “a leitura de todos os bons livros é uma conversação com as mais honestas pessoas do passado”.

 

Luisa Souto é jornalista

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