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Alguns chamam de auto ajuda, outros de desenvolvimento pessoal, mas você pode chamá-los de autoconhecimento se quiser. Todas essas ramificações podem estar misturadas na mesma sessão da livraria. Não podemos negar que existe um grande preconceito com esse tipo de conteúdo. É claro que alguns não são os melhores e mais aprofundados do mundo, mas não podemos esquecer que existem ainda aqueles que trazem uma mudança de vida para o leitor. Para isso, mostrarei cinco preconceitos que todo mundo tem quando se trata de livros de auto ajuda e, quem sabe, podemos derrubar seus conceitos primordiais. Então vamos lá:

  1. Eles não funcionam:

Essa é a primeira coisa que todo mundo acha quando pensa em auto ajuda.

Só não funciona quando não acredita. Pense assim, quando começamos a ler um livro, esperamos que possa ser incrível e memorável. Normalmente, não temos esse mesmo pensamento com esse tipo específico, porém, talvez o seu pensamento mude quando achar o certo. Existem diversos livros que explicam a situação particular de cada um, então é só se esforçar para ver que ainda há uma esperança.

O grande problema é a crença que nos faz achar que nascemos como nascemos e que nada irá mudar. Entenda que ninguém nasceu palestrante, jogador profissional, expert em concursos, com sucesso, livre de medos e fracassos. Todos lutaram por isso. Treinaram muito e constantemente para alcançar a Maestria. Inspire-se em pessoas que chegaram lá e veja a história deles para alcançar aquilo que deseja.

Muita coisa pode ser mudada na sua vida, basta acreditar e lutar por isso. “Mas sou muito tímido!” Pratique conversar com outras pessoas até mudar isso. “Mas não consigo estudar.” Pratique estudar todos os dias até pegar a maneira correta que funciona para você! Conhecimento é a chave! Leia os livros certos para encontrar conhecimento e não somente informação!

 

  1. Eles só servem para quem tem depressão

Primeiramente, a depressão é um problema sério que a sociedade ainda não leva 100% a sério e que precisa ser combatido. Segundo, nem todos podem ter essa doença, mas todos temos questões a serem enfrentadas, seja no relacionamento ou no local de trabalho ou até com a própria personalidade. O que as obras de desenvolvimento pessoal podem fazer é ajudar a se autoavaliar e observar o que está acontecendo. Então, não banalize antes de tentar algo novo.

 

  1. Eles só mostram uma falsa felicidade

Se você estiver em uma roda de amigos, por exemplo, e comentar sobre seu novo livro de auto ajuda, é possível que alguma pessoa vá te olhar de cara feia. E tudo bem, existem diversos livros ruins nessa categoria assim como em qualquer outra, porém uma dessas críticas vem da “falsa felicidade” que essa literatura transmite. É fato que isso ocorre, mas recentemente diversos livros estão mudando esse rótulo, mostrando exemplos mais realistas e fáceis de se identificar, como “A Arte sutil de ligar o f*da-se”, no qual o autor mostra mais o cotidiano.

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