Veja mais sobre o lançamento da Marvel Studios, "Guardiões da Galáxia (Vol.3)"

Em sua ultima grande aventura, “Guardiões da Galáxia (Vol.3)” veio como uma carta de amor aos fãs do grupo e do diretor, James Gunn. Afinal, o encerramento desse grupo com muita emoção, diversão e construção dos personagens. É claro que a Fase 5 do MCU não está tão cativante como era esperado, depois de Homem-Formiga 3. Porém, esta foi a salvação que estávamos esperando. Por isso, vamos falar de “Guardiões da Galáxia (Vol.3)”:

Leia também: 3 franquias para você assistir em ordem cronológica

Mais do que amizade, uma Família:

Diferente de outros filmes da era recente da Marvel Studios, que parecem um tanto perdidos na execução, “Guardiões da Galáxia (Vol.3)” acerta no tom de sua aventura. Ou seja, resgatando tudo que o público adorou nos longas anteriores, sem deixar de amadurecer a história. Dando sequência aos eventos catastróficos da saga, a trama acompanha a equipe indo até o último limite para tentar salvar um aliado importante.

E nesse momento de crise vemos o entrosamento do elenco como nunca antes. Acima de tudo, este é um filme sobre família e mostra como essa relação é definida por algo muito mais profundo do que sangue. E fica evidente em cada mínima interação como este grupo, abrindo espaço para momentos mais profundos, de desabafos e confissões, que enriquecem ainda mais cada integrante.

Comédia e drama reinam o filme:

Confira nossa crítica de "Guardiões da Galáxia (Vol.3)"

Desta vez, nenhum personagem do elenco principal é reduzido a um alívio cômico. Ainda temos um eco incômodo das piadas fora de hora de Drax, por exemplo. Mas, ao lado de uma carga dramática que combina com alguém com um passado tão trágico. Por entender tão bem seus Guardiões, Gunn consegue explorar exatamente a essência de cada um. Há um novo lado para cada herói sem descaracterizar ninguém, evitando que pareçam apenas um disco arranhado. Todos têm os seus próprios dramas pessoais que se somam ao ar mais sério da narrativa geral, carregada de uma energia melancólica e contemplativa.

Funciona especialmente bem com Mantis, que surpreende ao roubar a cena mostrando melhor o seu potencial, e Rocket Racoon, a grande estrela do filme. O malandro guaxinim enfrenta o seu momento mais sombrio ao encarar o passado. Ao ancorar a história neste personagem central, o roteiro consegue brincar com as ideias mais insanas que a franquia já viu sem medo de resultar em uma história confusa ou dispersa. Quando tudo parece prestes a sair do controle, seja por seus conceitos espalhafatosos ou pela enxurrada de participações especiais, a trama tem um porto seguro para onde voltar, como um bom refrão em uma música especialmente caótica.

Leia também: 5 melhores filmes da Marvel segundo Metacritic

Um vilão muito bem construído, assim como a trilha sonora:

Veja mais sobre o vilão de "Guardiões da Galáxia (Vol.3)"

De fato, temos um vilão ruim, desprezível, sem nenhum ponto de redenção, que faz a gente torcer pelos mocinhos sem nenhum remorso. E Gunn consegue construir este inimigo de uma maneira clássica, muito em falta nos filmes modernos, sem esvaziá-lo de significado. O Alto Evolucionário ainda encaixa como uma crítica aos fãs mais fanáticos da cultura pop. Dessa maneira, aqueles que são tão obcecados em procurar falhas que sabotam a sua oportunidade de se divertir com suas obras favoritas. E também traz, em sua filosofia, uma metáfora musical ao afirmar buscar harmonia em meio ao caos, dando uma importância ainda maior à trilha sonora do longa.

Apostando em músicas dos anos 1990, este terceiro filme tem possivelmente a trilha sonora menos conhecida e empolgante de toda a saga. Não espere sair do cinema cantarolando os sucessos do Volume 3. A seleção não chega nem perto de ser tão carismática quanto o “Awesome Mix Vol. 1” de “Guardiões da Galáxia” (2014). Na maior parte, funciona como som ambiente, facilmente ignorável. Contudo, nas cenas que realmente importam, as músicas traduzem com perfeição o sentimento do roteiro que geram um momento verdadeiramente catártico. Principalmente, na introdução e no desfecho, as canções escolhidas são tão poderosas que adicionam diversas camadas a momentos que, por si só, já eram emocionantes.

Não perca também: 5 músicas marcantes dos filmes da Marvel

Conclusão:

Mais que “um novo acerto da Marvel”, “Guardiões da Galáxia (Vol.3)” é o triunfo pessoal definitivo de James Gunn nos cinemas. Nem mesmo seus leves tropeços diminuem a genialidade da obra. Diferente de seu vilão, o diretor tem o raro talento de reconhecer a beleza nos lugares mais improváveis. Após orquestrar por nove anos este grupo de desajustados, que conquistou aos poucos o coração dos fãs com as suas vozes tão sinceras, o diretor desenvolveu uma sensibilidade incrível para ouvir exatamente o que estes personagens tem a dizer. É a despedida perfeita ao grupo mais irreverente da Marvel Studios.

FILMES DIRIGIDOS POR HAYAO MIYAZAKI NO STUDIO GHIBLI LANÇAMENTOS IMPERDÍVEIS DA EDITORA VERUS NO MÊS DE FEVEREIRO FILMES DE ANIMAÇÃO QUE TAMBÉM SÃO COMÉDIAS ROMÂNTICAS LIVROS SOBRE MITOLOGIA GREGA, ALÉM DE PERCY JACKSON LIVROS QUE LEMBRAM “TODOS MENOS VOCÊ” ONDE ASSISTIR OS INDICADOS AO OSCAR 2024? LANÇAMENTOS DA EDITORA ALT EM 2024 Livros que serão adaptados em 2024 Contos natalinos para você ler no Kindle Unlimited Willy Wonka: Conheça as versões do personagem Expansão “Aluga-se” do The sims 4: O que esperar? A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes: vale a pena ver? Se o personagem do seu filme favorito fosse uma animação da Pixar Livros de Edgar Allan Poe em A Queda da Casa de Usher Músicas que falam sobre términos Livros com jogadores de futebol americano para você ler Livros do Grupo Editorial Record para o Dia das Crianças Conheça Cyberpunk 2077: Nenhum acaso