A Morte de um Unicórnio: Fantasia e horror no Prime Video

A Morte de um Unicórnio chega ao catálogo do Prime Video trazendo uma proposta inusitada que mistura fantasia, comédia sombria e elementos de suspense e horror em uma história que subverte o imaginário tradicional sobre criaturas míticas. Depois de sua estreia nos cinemas em 2025 e ter passado pelo circuito de festivais, o filme conquistou atenção por seu tom irreverente e elenco de destaque, gerando curiosidade sobre o que esperar dessa experiência cinematográfica fora do comum. Por isso, vamos falar sobre A Morte de um Unicórnio:
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Qual é a história?
A sinopse acompanha Elliot, um homem comum interpretado por Paul Rudd, e sua filha Ridley, vivida por Jenna Ortega, que durante uma viagem de fim de semana acabam atropelando acidentalmente um unicórnio, criatura que até então se acreditava apenas existente em mitos e lendas. A situação se complica ainda mais quando o chefe bilionário de Elliot, interpretado por Richard E. Grant, percebe que o sangue, carne e, principalmente, o chifre do animal podem possuir propriedades curativas milagrosas, e decide explorá-las para fins próprios, desencadeando uma série de eventos bizarros, muitas vezes violentos e caóticos.
Quem está no elenco?
O elenco principal inclui nomes conhecidos tanto do cinema contemporâneo quanto do universo pop. Além de Rudd e Ortega, aparecem Will Poulter, Téa Leoni e Richard E. Grant, que somam humor, tensão e intensidade aos conflitos apresentados na trama. A presença desses atores ajuda a equilibrar o tom híbrido da produção, ora satírico, ora grotesco, trazendo performances que transitam entre o absurdo e o dramático.
O que esperar de A Morte de um Unicórnio?
Dirigido e escrito por Alex Scharfman, que faz sua estreia na direção de um longa-metragem com este projeto, A Morte de um Unicórnio aposta numa narrativa que brinca com a ideia de fantasia familiar e a transforma em algo completamente inesperado: uma fábula moderna que questiona a ganância humana e os limites éticos da exploração científica e corporativa. Além disso, é um filme que desafia expectativas. Não se trata apenas de uma fantasia leve sobre criaturas mágicas, mas sim de uma narrativa que usa o surreal para refletir sobre questões humanas mais amplas, como ambição, culpa e relacionamento entre pai e filha, embalada por performances carismáticas e um roteiro que mistura gêneros de forma imprevisível.




