50 anos de "O Poderoso Chefão", confira 10 curiosidades da obra

Como formar de homenagear os 50 anos de "O Poderoso Chefão", confira 10 curiosidades da obra

Em homenagem aos 50 anos de “O Poderoso Chefão”, confira 10 curiosidades da obra, tanto no livro quanto no filme. Em primeiro lugar, tudo começou com o autor Mario Puzo publicando o trabalho no ano de 1969. Por consequência, conquistou a atenção dos membros da sétima arte. Decerto, é considerado uma das histórias mais importantes e relevantes até hoje. Inclusive, o projeto cinematográfico ganhou três Oscars, sendo o principal da noite, “melhor filme”, em 1973. Como uma forma de enaltecer esse clássico, trouxemos 10 curiosidades para os 50 anos de “O Poderoso Chefão”:

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1.Inspiração ao livro:

Apesar da ascendência italiana e de ter crescido num bairro violento de Manhattan, Mario Puzo não tinha nenhuma familiaridade com os negócios da máfia. Na verdade, tudo o que se refere aos códigos e práticas do crime organizado à italiana foi fruto de pesquisa para escrever o livro. E um pouquinho de inspiração materna. Pois sua mãe, nascida em Nápoles, no sul da Itália, foi o modelo para o personagem Vito Corleone, o patriarca facínora que faz ofertas que você não pode recusar. Tanto que Puzo dizia ouvir a voz dela nos diálogos do mafioso.

2.Sucesso de venda e público:

Embora não conhecesse o universo dos gângsters por experiência própria, o escritor foi convincente. Afinal, “O Poderoso Chefão” tornou-se um best-seller assim que chegou às livrarias, em março de 1969. Ainda mais, ficou 67 semanas nas listas dos mais vendidos nos EUA. Sendo que foi tão convincente que, anos depois, Puzo foi abordado por um assassino da máfia de Chicago interessado em saber como o escritor tivera acesso aos líderes mafiosos para reproduzir tão bem suas falas e costumes.

Não perca 50 anos de "O Poderoso Chefão", confira 10 curiosidades da obra
Lançado pela Editora Record, em homenagem ao 50 anos, o livro “O Poderoso Chefão”

3.Dívidas pagas:

Muitos não devem imaginar, mas o autor estava em dívidas financeiras enormes antes de escrever a obra. Porém, com o sucesso de “O Poderoso Chefão”, Puzo pagou a todos seus credores e ficou rico com os royalties. Posteriormente, ficaria ainda mais quando a Paramount adquiriu os direitos da obra e a transformou num dos filmes mais mencionados como “o melhor da história do cinema”.

4.Processo de transição:

Francis Ford Coppola dirigiu a adaptação do livro para o cinema de mesmo nome, que foi fortemente premiado e ganhou duas sequências, formando uma trilogia. Além disso, Puzo participou do trabalho de seleção de elenco, sugerindo Marlon Brando para o papel, o escolhendo ao invés Danny Douglas, que também considerava para o papel de Vito Corleone.

Sem contar que o autor trabalhou nos esboços de dois filmes da trilogia, trabalhando em conjunto com a direção. Por seu trabalho na produção dos roteiros da trilogia, recebeu prêmios pelo trabalho, por Melhor Adaptação ao Cinema. O sucesso lhe proporcionou oportunidade de trabalhar em outras produções cinematográficas, como roteirista.

5.Dúvidas?

A princípio, Coppola não queria dirigir o filme, porque achava a obra comercial demais. Porém, sua produtora Zoetrope, feita em sociedade com o diretor George Lucas, tinha uma dívida de US$ 400 mil dólares à Warner Bros por conta do fracasso do filme”THX 1138″, primeiro longa de Lucas. No final, Francis Ford só aceito entrar para a produção para pagar as contas.

50 anos de "O Poderoso Chefão", confira 10 curiosidades da obra
Cena do filme de 1972, “O Poderoso Chefão”,

6.Ter Brando ou não ter?!

Coppola fazia questão que Marlon Brando interpretasse Don Vito, porém os executivos da Paramount não queriam o ator por causa de sua fama de causar problemas no set. Entre os cogitados para o papel estavam Laurence Olivier, Orson Welles, Anthony Quinne e Burt Lancaster. Mas, o diretor conseguiu convence-los após gravar um vídeo com Brando transformado no personagem.

Como previsto pelo estúdio, o ator causou problemas no set e simplesmente não decorou a maioria de suas falas do filme. Para resolver o problema, ele espalhou cartões por todo o estúdio com o texto que deveria interpretar. Aliás, chegou até a colar cartazes com suas falas na roupas de outros personagens que atuavam de costas para as câmeras.

7.Aquela que não deve ser mencionada:

A palavra máfia não é dita sequer uma vez no filme inteiro. O motivo?! O longa foi feito com ajuda de membros Sociedade Civil do Direitos dos Italo-Americanos, que pediram que tanto a palavra “Máfia” e “Cosa Nostra” não fossem usadas.

8.Cena Improvisada:

O gato que Marlon Brando segura em sua primeira cena do filme, foi encontrado pelo ator no galpão da Paramount e não estava previsto no roteiro. Desse modo, Coppola gostou da ideia, porém o ronronar do bichano acabou interferindo em algumas falas de Brando. As frases tiveram que ser regravadas depois, devido a isso

9.Encontro Inesperado:

Por certo, alguns atores como Brando, Pacino, Caan, e Duval se prepararam para o filme encontrando mafiosos de verdade. Entre um dos poucos criminosos que tiveram seu nome revelado está Carmine “The Snake” Persico. Incluindo que a voz rouca de Don Corleone é inspirada no mafioso Frank Costello, um dos gângsters mais poderosos da história dos EUA. Anteriormente, Brando viu o bandido dando depoimento ao Congresso Americano na década de 50 e resolveu imitá-lo.

10. Laranjas Assassinas

Sem dúvida, uma curiosidade dos filmes da trilogia “O Poderoso Chefão” é que sempre que aparecem laranjas em uma cena, significa que alguém irá morrer em cena. Ou uma tragédia acontecerá com aquele personagem. No primeiro longa, acontece três vezes. No entanto, para evitar spoilers, vamos deixar que você analise com calma.

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