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Com o intuito de trazer as tensões dentro e fora de quadra, Rivais tem o tênis como uma forma de expressar vários sentimentos. Afinal, o diretor Luca Guadagnino usa o esporte como metáfora para desejos e paixões neste longa complexo e com a técnica do cineasta. Mas, vamos falar com calma de Rivais:

A marca registrada de Luca Guadagnino:

O tênis veio como uma forma de se colocar na narrativa, desde a narrativa até a direção como um todo. Aliás, são fenomenais as tomadas e os ângulos usados por Luca Guadagnino e o diretor de fotografia Sayombhu Mukdeeprom. Desde o close no suor de um jogador, até uma visão da bola em movimento, passando por um extraordinário momento em que vimos tudo por debaixo da quadra. O cineasta ainda guarda espaço para cenas impactantes fora do esporte. Até para compor mais a relação dos protagonistas.

E a narrativa?

Confesso que seria fácil o longa cair num melodrama chato sobre um triângulo amoroso. Mas aqui estamos diante de uma história frenética, pois a história nunca para quieta em um mesmo lugar, no bom sentido. Nele, aprendemos que tênis é como um relacionamento, uma analogia que irá percorrer toda a história. Ainda mais com um estudo de três personagens que enxergam a vida focados em suas próprias ambições. Uma pessoa acredita em determinação e glória. Outro crê que o talento fala por si só. E por fim, tem aquele que vê tudo como um esforço, pro bem e pro mal. Cada um tem seu objetivo e é difícil eles concordarem.

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Tá, mas vamos falar da Zendaya?!

Se, tecnicamente, Rivais só tem aprovação, esse encaixe só é quase perfeito por conta de seus três protagonistas. Zendaya surge com sua personagem mais imponente. Parte significativa do filme é concentrada em seu rosto, enquanto está sentada vendo o fatídico jogo de tênis, com micro expressões que contam muitos sentimentos sem uma palavra. Porém, também tem momentos onde Tashi explode ou cenas onde suas frases são capazes de derrubar qualquer um.

Agora, Josh O’Connor caminha numa linha tênue onde o seu personagem quase se torna um babaca, mas ele nunca deixa a peteca cair. Ele tem charme e timing cômico suficientes para acompanhar o enredo. Já Mike Faist vai pro outro lado. Numa transformação física surpreendente, ela caminha para o oposto do espectro, mais calmo e romântico, porém não menos ambicioso.

Então, vale a pena ver Rivais? 

De fato, temos uma sexy, vibrante e surpreendentemente divertido, “Rivais” desde já se mostra como mais uma joia na ótima filmografia de Luca Guadagnino. Espero que o italiano continue a explorar as paixões e anseios humanos na telona por muito tempo.

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