Prontos para mais um clichê delicioso que te pega de jeito e te deixa sem fôlego? Síndrome da boa garota é uma fórmula perfeita para conquistar leitores de todos os subgêneros do romance. Mas é claro que não dava para esperar menos de Elle Kennedy, não é mesmo? Bora lá saber mais?

Conheça a história

Mackenzie Cabot gosta de agradar, seus pais exigentes, seus amigos ricos e seu namorado de longa data. Mac só quer focar em seu negócio on-line, mas os pais insistem que ela consiga um diploma universitário primeiro. Isso significa se mudar para Avalon Bay, uma cidadezinha litorânea habitada por locais e estudantes riquinhos.

Mac está mais do que acostumada a frear seus impulsos, mas, quando conhece Cooper Hartley, essa habilidade é posta à prova. Cooper, o bad boy da cidade, é autêntico e rústico, uma ameaça à sua existência ordeira. Ainda assim, a amizade entre eles logo se torna a coisa mais verdadeira da vida de Mac.

Síndrome da boa garota

Logo de cara podemos ver o potencial de Mac, e é muito legal acompanhar os dilemas da jovem. Ela poderia ser uma típica riquinha mimada, mas ela tenta a todo custo se desvencilhar do rótulo e busca a todo momento ser independente dos pais.

Cooper, diferente do que diz a sinopse, não achei tão badboy. Ele tem um coração enorme e está sempre tentando ajudar os amigos e o irmão gêmeo. Muita das vezes até se deixando em segundo plano. Tudo bem que em alguns momentos ele vacila, porém se for olhar o contexto ele é muito mais influenciável do que ele mesmo acha que é.

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A química do casal é indiscutível. Logo quando eles começam a conversar já dá para sentir como os dois vão evoluir juntos na história. O quanto um tem o cuidado de incentivar e apoiar o outro. Aquele casal que você olhar e acha dificil encontrar algum problema.

A clássica falta de comunicação

Única coisa que me irritou um pouco foi a clássica falta de comunição. Mesmo Cooper sendo um cara legal, ele é muito cabeça dura e por isso deixou passar várias coisas, brigas e magoas porque ele não quis conversar. Ok, por medo, mas mesmo assim… nada que uma boa conversa não teria resolvido e poupado as 447 páginas.

Também senti que tiveram algumas cenas que foram apenas para causar intriga entre o casal e que poderia facilmente ser retirada da história. Não acrescenta em nada. Como por exemplo, o retorno da mãe.

Minha opinião final

Gostei muito do livro, Elle mais uma vez entrega uma história viciante em que é fácil se apegar aos protagonistas. Confesso que fiquei esperando mais cenas picantes, porém dessa vez a autora entregou mais momentos de tesão do que as cenas em si mesmo. (Mas ainda tem conteúdo adulto.) No geral é uma história rápida, mesmo com mais de 400 páginas. Os capítulos são curtos e acompanhamos os pontos de vistas tanto do Cooper quanto da Mac, o que dá mais dinâmica na história.

Se você gostou dos outros livros da autora sem dúvidas que irá amar Síndrome da Boa garota também.

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