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tudo sobre "Os Reinos Partidos"

tudo sobre "Os Reinos Partidos"

Diante do retorno da trilogia “Legado”, de N.K. Jemisin, vamos falar da segunda obra que traz uma mitologia completa, “Os Reinos Partidos”. Agora, ao invés de focar em questões políticas, temos um livro que envolve a descendência dos Deuses, intrigante e muito originalidade. Tudo isso dentro da ambientação e personagens extremamente cativantes neste lançamento da Galera Record. Portanto, confira tudo sobre “Os Reinos Partidos”:

Veja o primeiro livro da Trilogia Legado: Os Cem Mil Reinos

Retorno e construção:

Não deixe de conferir tudo sobre "Os Reinos Partidos"

Em primeiro lugar, preciso evidenciar que este é  melhor que o primeiro livro. Pois temos outros focos e evoluções na narrativa. Cada evento se encaixa, perfeitamente, e voltamos a nos sentirmos incluídos nesse universo. Sem contar que a autora transmite tudo ao leitor. Desde o cenário até as pequenas mudanças. Ainda mais temos uma cidade ao redor de um asno gigante e eclipses pessoais. Também, desenhos que ganham vida, deuses vagando pelas ruas da cidade e agindo como mercadores.

Decerto, há um pouco de tudo na leitura. Ou seja, drama mistério, críticas a respeito da sociedade e ainda pitadas de ação. Afinal, os romances de N.K. Jemisin oferecem tudo isso. Sem contar que podemos contextualizar com a realidade em alguns momentos. Há também uma grande expansão dos mitos desta série nesta com todos os deuses e até demônios. Sem contar que mostra o que aconteceu com muitos dos personagens do primeiro livro e explora a vida das pessoas comuns neste mundo.

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E quanto a nova protagonista?!

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No entanto, a pergunta mais frequente é diante da nova condutora do enredo. Oree é uma personagem atraente. Principalmente com seus pontos fortes, já que muitos obstáculos em sua vida. E até mesmo sua vontade de ajudar as pessoas em situações piores do que ela. Além disso, em uma força calma e madura e continua a lutar com suas próprias ideias de identidade e independência de uma maneira muito realista.

Incluindo que é, de certa forma, acessível porque o personagem principal é uma pessoa (relativamente) normal empurrada para algo que os personagens não entendem nem querem se envolver. Mas, não da maneira profetizada de “Escolhido”, como vemos naturalmente. Desse modo, Jemisin pega o que poderia ser considerado ideias banais e as transforma em algo inteiramente novo. Conforme a história se desenvolve, vemos erros e acertos sendo cometidos. E ninguém é condenado por esses atos. Assim sendo equilibrado e mais “pé no chão”.

Conclusão:

Acima de tudo, “Os Reinos Partidos” volta a trazer questões personagens relevantes, ao fundo de um universo completo. Bem como uma heroína cheia de falhas e pontos positivos. Maravilhosamente complicada, combativa e relacionável que carrega toda a história em seus ombros. N.K. Jemisin também revelou muito mais história sobre a Guerra dos Deuses e as ramificações religiosas e políticas dos eventos do primeiro livro. Mais do que tudo, as descrições do mundo de Oree, em muitos aspectos uma hiper-realidade informada por suas visualizações únicas, era algo novo e intrigante. Ou seja, uma aventura completa.

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