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As fases da Lua é um livro de contos, escritos por cinco autoras, com uma proposta de mostrar cinco mulheres diferentes como protagonistas e suas respectivas histórias de amor, de certa maneira envolvendo cada fase da lua. Comecei a ler contos recentemente, e para mim, além de uma possibilitar conhecer diferentes formas de escrita e novos autores, são ideais para intercalar entre leituras mais densas por se tratar de uma narrativa concisa. A proposta é bem interessante, e ao contrário do que se pode pensar, é preciso habilidade para cativar o leitor em tão poucas páginas.

Confesso que criei altas expectativas quando vi que existia uma relação entre as autoras Bianca Briones e Jenniffer Brown, mas tamanha foi minha surpresa quando ao fim do terceiro conto, percebi que a leitura não estava funcionando para mim. Já no primeiro percebi alguns problemas. As passagens de tempo eram confusas, como se cada acontecimento fosse jogado de qualquer maneira.

O segundo conto melhora um pouco, mas deixa a sensação de ter sido escrito por uma adolescente. Os diálogos não são tão bem construídos, deixando a narrativa um tanto cansativa. O terceiro conto, um dos mais esperados, é o que pode se considerar ok!, apenas. No final dá uma carregada no drama a fim de levar o leitor à emoção. Para a minha surpresa, Leila Rego traz uma história que me deixou totalmente apaixonada. Sem falhas e com escrita de gente grande, a autora me deixou com muita vontade de buscar outros dos seus trabalhos.

Em Minha Canção é Você, encontramos a história de Dora, uma oftalmologista de renome e bem sucedida profissionalmente, mas que carrega consigo marcas profundas do passado. Dora está em viagem a um congresso, quando um encontro ao acaso começa a perfurar sua bolha de segurança. Rico, misterioso e enigmático, entra no mesmo elevador que ela, e já desde esse primeiro encontro, a faz ver a vida com uma nova perspectiva, e lhe mostra literalmente que nem tudo é o que parece.

O conto é intenso, de forma a fazer o leitor sentir toda a atmosfera de amor entre os protagonistas, bem como cada sensação por eles experimentada. Na minha opinião, foi o que fez o livro todo valer a pena.

Por último, Jenniffer Brown trás uma aura mais sombria com o conto O Oráculo Azul, que para mim destoa totalmente de todo o livro. O conto apresenta uma protagonista adolescente, o que é um diferencial, já que os outros mostram mulheres maduras e bem resolvidas. A história mostra conflitos familiares e sustenta um clima de mistério até que interessante, mas o final é aberto e a sensação é que tudo terminou abruptamente, e o que a princípio despertou curiosidade, se revelou uma grande frustração.

Eu realmente esperei ver Jenniffer Brown se aventurando pelo chiklit, esperava me encantar com a versatilidade da autora, mas não foi o que aconteceu. Adicionei esse livro à lista de desejados no seu lançamento em 2016 e esperava uma leitura gostosa, leve e divertida, mas não foi o que encontrei, infelizmente.

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