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Uma semana após o atentado de Manchester, que chocou o mundo deixando 22 pessoas mortas, o Reino Unido volta a sentir o terror quando o coração do país é atacado por mais um terrorista. Será que não acaba?

Já é o terceiro atentado em menos de três meses que o Reino Unido vivencia. O último na noite de sábado deixou 8 mortos e mais de 50 feridos. Não é muito difícil de imaginarmos o medo que a população britânica está sentindo. Mesmo longe nos solidarizamos a eles, afinal, ninguém merece morrer pelas mãos da inveja ou ira do outro. Até quando inocentes irão morrer por conta da cobiça da Al-Qaeda? Não só por eles, mas também por aqueles que gostam de ver o sofrimento alheio.

Coincidência ou não, o atentado a Londres ocorreu a poucos dias do início do tradicional Ramadã, que começou no dia 26 de maio. É uma temporada de reflexão e jejum entre os muçulmanos, porém as organizações terroristas utilizam esse período para incentivar os ataques. Um exemplo foi ano passado quando 49 pessoas foram assassinadas em uma boate gay em Orlando. Só em 2016 foram registradas 421 mortes durante este período. Podemos dizer então que o atentado a London Bridge pode ter sido apenas o começo da temporada de atentados terroristas.

Mesmo nenhum grupo tendo assumido a autoria do ataque, conseguimos ver o poder que uma organização terrorista tem em ameaçar a vida e a normalidade de um país. Sentimos a frieza e crueldade do terrorismo jihadista, uma das ramificações da Al-Qaeda, cujo único objetivo é comemorar a morte de inocentes independente da raça, religião e da parte do mundo em que está.  E assim nos perguntamos, como alguém consegue ficar feliz com esse tipo de atitude?

Os argumentos utilizados por eles, terroristas, é a violência necessária para a restauração da lei de Deus na Terra. E seria desta forma que serão ouvidos? Na violência? Matando inocentes ao redor do mundo? Não importa que seja nos Estados Unidos, Londres, Paris ou em qualquer outro lugar. Sabemos que ninguém deve morrer de forma tão brutal e triste por conta da ganância, pelo egoísmo de um grupo que vê a felicidade na dor dos outros.

Nesse primeiro sábado de junho, 7 pessoas perderam a vida, 7 famílias choraram a perda dos seus entes queridos. Mais de 50 pessoas ficaram feridas, fora os que ainda estão desaparecidos. E o trauma que fica nesses sobreviventes? Eles viveram uma noite de terror, um pesadelo ao vivo e a cores vendo uma van brincar de boliche na calçada, ou até mesmo pessoas sendo esfaqueadas a troco de nada, como se fossem meros brinquedos.

Ninguém consegue nem se imaginar na pele desses britânicos, que carregarão uma cicatriz. Mas faço as palavras de uma jovem britânica as minhas palavras quando diz que não podemos permitir isso, mais do que tudo deverá existir a união e só assim poderemos mostrá-los que confiamos nas nossas armas, que não são armas de fogo, são armas da moral e da união. O que mais precisamos agora é um do outro.

Bárbara Allen é estudante de jornalismo da Facha

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